quinta-feira, 16 de setembro de 2010

16/09/2010 - Lendas do Boto e do Guarana

Lendas do Boto (Boto Cor de Rosa) e do Guaraná.
 
 
 
Estas lendas não constam no livro "Nosso Folclore". Foram pesquisadas e lidas à parte.



Boto Cor de Rosa
O boto é um animal parente do golfinho, podendo ser rosa, cinza ou preto. Em épocas de festas, o Boto Cor de Rosa sai da água de algum rio da Região Amazônica, assume forma de um lindo moço, participa das festas, seduz as moças e namora com elas. Sempre usa chapel para esconder seu orifício na cabeça, pelo qual respira. Quando amanhece, volta à forma de boto e retorna à água. Quando uma moça fica grávida e não sabe quem é o pai do bebê, dizem que é do Boto.



Guaraná
Em uma tribo, um casal que não tinha filhos, foi agraciado por Tupã com o nascimento de uma criança amada por todos. Jurupari, o espírito do mal, com inveja, disfarçou-se de serpente e matou o curumim. Foi tristeza geral. Tupã orientou para a mãe plantar os olhos e deles nasceu a planta do guaraná, cuja semente parece olhos humanos.



Os alunos escolheram uma dessas lendas (ou as duas) para recontarem com suas palavras (podiam, inclusive, modificar e criar nomes aos personagens)- estavam em duplas, trios e quartetos para troca de ideias, mas cada um fez seu registro individual, com ilustração (facultativa). Antes, recordamos oralmente principais elementos de cada uma das lendas, registrando-os na lousa para eventuais consultas. Toda essa produção formará o livrinho do aluno (cada um terá o seu). Tempo de 35 minutos.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

15/09/2010 - Culinaria

Culinária.
 
 
 
Existem milhares de receitas brasileiras, mas no livro "Nosso Folclore" foram selecionadas três em cada categoria: Salgados (Sopa de Milho Verde com Cambuquira, Paçoca de Carne Seca e Farofa D'Água); Lanches (Brevidade, Bolo de Fubá e Bolinho de Chuva); Doces (Doce de Batata Doce, Taiada e Arroz Doce). Após a leitura compartilhada, essas receitas foram registradas na lousa (nomes e ingredientes).



Os alunos contaram sobre as receitas que conheciam (duas ou mais): nome, ingredientes e se era gostosa (podiam escrever sobre as que conheciam, ou usar as colocadas na lousa) - estavam em duplas, trios e quartetos para troca de ideias, mas cada um fez seu registro individual, com ilustração (facultativa). Toda essa produção formará o livrinho do aluno (cada um terá o seu). Tempo de 35 minutos.



Estamos seguindo a estrutura e a sequência de textos do livro "Nosso Folclore", da AM Produções.
 

terça-feira, 14 de setembro de 2010

14/09/2010 - Negrinho do Pastoreio

Lenda do Negrinho do Pastoreio.
 
 
Antes da leitura, situamos o assunto em seu contexto da época: um Brasil de regime de escravidão, no qual alguns ricos julgavam-se donos de quem quase nada tinha.


O Negrinho do Pastoreio nem nome tinha. Era um menino que trabalhava de sol a sol. Era muito maltratado pelo seu senhor, um rico fazendeiro, e seu filho. Cuidava dos animais, especialmente de um cavalo baio, o qual perdeu uma corrida. Isso ocasionou muitos transtornos ao Negrinho do Pastoreio: chicoteadas e ciladas por parte do filho do patrão. Morto e jogado em um formigueiro, tornou a viver de forma gloriosa, conduzindo ao céu os animais dos quais era encarregado na fazenda, para alegria do povo e fúria do fazendeiro.


Os alunos contaram sua versão à esta lenda - estavam em duplas, trios e quartetos para troca de ideias, mas cada um fez seu registro individual, com ilustração (facultativa). Toda essa produção formará o livrinho do aluno (cada um terá o seu). Tempo de 35 minutos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

13/09/2010 - Lenda do Casamento da Raposa

Lenda do Casamento da Raposa - procura explicar porque chove e faz sol em certos dias.


A raposa queria todos os animais na festa de seu casamento. Mas havia um problema sério: animais que saiam da toca somente com sol e outros que saiam somente com chuva. A raposa, muito esperta, espalhou entre os animais que saiam somente com sol que, um grande profeta previu muito sol no dia do casamento. Já para os animais que saiam da toca somente com chuva, o boato espalhado foi de que choveria no dia do casamento, segundo um importante profeta. No dia do casamento da raposa chovia e fazia sol. Mas ninguém sabe se na hora exata choveu ou não.


Os alunos contaram sua versão à esta lenda (podiam criar situações ou personagens, caso desejassem)  - estavam em duplas, trios e quartetos para troca de ideias, mas cada um fez seu registro individual, com ilustração (facultativa). Toda essa produção formará o livrinho do aluno (cada um terá o seu). Tempo de 35 minutos.


Estamos seguindo a estrutura e a sequência de textos do livro "Nosso Folclore", da AM Produções.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

10/09/210 - Brinquedos e Brincadeiras

Brinquedos e Brincadeiras

Nosso Folclore: Brinquedos e Brincadeiras (10/09/2010)
Nosso Folclore: Brinquedos e Brincadeiras (10/09/2010). Arq. Pessoal.

Os alunos puderam escolher dentre as brincadeiras e brinquedos citados e elencados na lousa , ou outros que conheciam, citando nomes de dois ou mais e respectiva descrição (regras) e ilustração - estavam em duplas, trios e quartetos para troca de ideias, mas cada um fez seu registro individual, com ilustração (facultativa). Toda essa produção formará o livrinho do aluno (cada um terá o seu). Tempo de 30 minutos. Infelizmente, logo hoje que tínhamos recreação semanal, não pudemos curtir esse momento. Saiba porque, clicando aqui (veja em "detalhes relevantes", item 8).


Estamos seguindo a estrutura e a sequência de textos do livro "Nosso Folclore", da AM Produções.

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